NIVEL 4- SAN
LUIS- 27/ 03/ 2020
Aula Anexo
PROF.A:
CLAUDIA GAGLIARDI
Boa tarde gente!! Tudo bem?
Deixo para vocês este texto que é referido à gramática e sua relação com
qualidade de vida.
Leiam o texto e façam um
texto referido com o tema da leitura e sua opinião (desde 15 a 20 linhas). O que vocês pensam ao
respeito? Podem mais informaçao sobre esse contido.
Texto e Contexto de Sala de Aula
Penso textos, falo textos. No meu mundo contextualizado, no uso e
desuso dessa palavra. Ora vive em sua puberdade, Ora dorme em função, como
caduca. Nascem em mim palavras, morrem em mim palavras, ressurgem em mim
palavras. Encadeio argumentos coerentes com textos incoerentes Formo e Deformo.
Produzo textos Vivos e vivo com textos em mim.
sexta-feira,
8 de outubro de 2010
Observamos a prática
de professores de Língua Portuguesa e nos questionamos, porque ensinar
português a falantes nativos? Quais as propostas no processo
ensino/aprendizagem da língua que estamos aplicando em nosso dia-a-dia
escolar?. E fechando, estes questionamentos, será que no ensino de gramática
proporcionamos qualidade de vida aos nossos alunos?
Sabemos que cabe a nós professores
comprometidos com a formação social e cidadã de nossos alunos, nos propormos a
uma busca em análises de teorias que venham apoiar-nos, de forma real e
sem artificialismos ou modismos no trabalho docente e enquanto profissionais
atentos, já podemos detectar as mudanças quanto ao trato da gramática em sala
de aula, ao sentirmos os indícios a partir das exigências do mercado de
trabalho, vestibulares e exames no final de cada período de estudo do
aluno.Vemos que o ensino de teorias linguísticas classificatórias exigidas com
o intuito de sondar os conhecimentos sobre unidades soltas, funções e
listas de palavras descontextualizadas estão deixando de existir e já podemos
observar isso, desde o ANRESC 2008, teste feito com alunos concluintes da
oitava série, que procura detectar no aluno não só conhecimentos de gramática
normativa, mas estende-se a perguntas didático-pedagógicas e em todas as
disciplinas que o aluno já estudou como por exemplo “ Como o professor de
língua Portuguesa avalia o seu desenvolvimento?” questões que observam o
psicológico como “ Você se sente deixado de lado na sala de aula? Se estendendo
até o ENAD 2008, exame dos cursos superiores de todo o Brasil.
Esses dados que chegam ao professor
propõe um olhar mais atento a propostas de trabalho com a gramática como a de
Travaglia (2003) “Ensino de Gramática e Qualidade de Vida” que pode nos
dá respostas as três questões.
Primeiro, o autor considera que ensinamos português
para falantes nativos não para fixarmos no aluno classificações e funções, mas
como um conjunto de conhecimentos lingüísticos inerentes ao indivíduo para uso
efetivo em situações concretas de interação comunicativa. Bom exemplo e que
confirma esta proposta são os indícios vistos tanto por nós professores como os
alunos que em muitos casos sentem o impacto dessa mudança ao trabalhar em sala
de aula e aplicar os conhecimentos de uma gramática “textual-iterativa”.
A segunda pergunta, podemos responder juntamente com a
terceira, o autor nos mostra de forma óbvia que nossas propostas didáticas
quanto ao ensino da gramática, seja por fatores externos, internos, pessoais ou
sociais ainda não estão proporcionando qualidade de vida aos nossos alunos, já
que, o estranhamento do professor e até mesmo do aluno diante das novas
exigências comprovam isso. O professor e consequentemente seu aluno não
aprenderam a adequar sua produção aos efeitos desejados e seus objetivos são
muitas vezes frustrados, assim como seus argumentos em muitos casos podem não
ser aceitos.
Diante destes questionamentos e respostas que poderiam
se estender, algo que fugiria ao objetivo primeiro dessasconsiderações,
poderemos nortear nosso trabalho com a gramática de forma que ela tenha
realmente uma significação tanto para o aluno em seu dia-a-dia quanto para seu
professor proporcionando-lhes qualidade de vida, pois ambos são sujeitos de
seus discursos e só com acesso a uma gramática textual-interativa se
posicionarão na vida como cidadãos conscientes de seus direitos e
deveres.
Adriana Cristina Trajano Marinho- Especialista em Língua Portuguesa
e professora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental II e Médio.
Bom Trabalho!!
Bom
Fim de semana!!
Obrigada profe!!
ResponderBorrarSou Flavia Fernández
ResponderBorrarOi Professora!!! Sou Elvira.... Beijossss
ResponderBorrarBom dia professora!!! Eu ja enviei os trabalhos. Beijos
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