Oi pessoal, e aí, como vocês estão? Cuidando da saúde mental?
Sabe que estes últimos dois dias foi difícil levantar da cama, mas não num sentido bom. Ruim, ruim a sensação de falta de um propósito.
Então, desculpem o sumiço, mas abandonei o telefone e o computador e fui olhar ao redor, para poder voltar a olhar para dentro. Foi ótimo!!
Até me questionei o que faria se agora o lance fosse todo virtual ...
Bom, eu sempre filosofando e abrindo meu coração. Agora vocês. Escrevam como estão, assim podemos “bater um bom papo”.
Chega de blá blá blá. Blá blá de cá pra lá. Eu querendo dar uma de poeta concretista. Kkkkkkkkk fala sério!
Bom, vamos as atividades:
1. Tinham que fazer um texto coesivo com as ideias do que leram do livro, do que conversamos, isso tudo conectado ao contexto atual (como menciona o exercício 4 da página 8). Um texto de opinião, ou seja, argumentos baseados no que sabem, leram, estudaram, etc.
Espero de vocês o texto para correção.
2. Agora para relaxar, ouçam a música “Metamorfose Ambulante, Raul Seixas, lembram dele? Podem acompanhar a letra na página 9 do livro.
Podem ler sobre meu companheiro de estrada neste site:
3. Tentem encontrar os fonemas propostos no exercício 6 da mesma página.
4. “O mundo muda com a gente” ... abordamos as mudanças, não individuais, mas globais, e como o ser humano e o mundo se adaptaram para acompanhar suas mudanças ... como nos adaptaremos agora ...
- Para isso vamos ler o poema de Carlos Drummond de Andrade, “Fim do Mundo” - exercício 7 página 10.
Carlos Drummond de Andrade é considerado um dos maiores poetas da literatura Brasileira.
- Bom, depois de ler vocês produziram uma crônica, como a proposta do exercício 8 da página 11, e me entregarão para correção também. Muito para escrever, quem sabe encontramos um escritor no grupo com estes tempos de mudança. Falem de vocês, de de uma experiência vivida por vocês.
Aqui vai um texto de o que seria uma crônica:
Sobre a crônica
Ivan Ângelo
Uma leitora se refere aos textos aqui publicados como "reportagens". Um leitor os chama de "artigos". Um estudante fala deles como "contos". Há os que dizem: "seus comentários". Outros os chamam de "críticas". Para alguns, é "sua coluna".
Estão errados? Tecnicamente, sim – são crônicas –, mas... Fernando Sabino, vacilando diante do campo aberto, escreveu que "crônica é tudo que o autor chama de crônica".
A dificuldade é que a crônica não é um formato, como o soneto, e muitos duvidam que seja um gênero literário, como o conto, a poesia lírica ou as meditações à maneira de Pascal. Leitores, indiferentes ao nome da rosa, dão à crônica prestígio, permanência e força. Mas vem cá: é literatura ou é jornalismo? Se o objetivo do autor é fazer literatura e ele sabe fazer...
Há crônicas que são dissertações, como em Machado de Assis; outras são poemas em prosa, como em Paulo Mendes Campos; outras são pequenos contos, como em Nelson Rodrigues; ou casos, como os de Fernando Sabino; outras são evocações, como em Drummond e Rubem Braga; ou memórias e reflexões, como em tantos. A crônica tem a mobilidade de aparências e de discursos que a poesia tem – e facilidades que a melhor poesia não se permite. [...]
5. Depois disso faça o exercício que segue. Exercício 9, página 11.
beijo beijo e até a próxima!
No hay comentarios.:
Publicar un comentario